O maior sonho: por onde começar

18 de setembro de 2015 Nenhum comentário
Viajar pra fora do Brasil sempre foi meu sonho de consumo. Morar fora, nossa Senhora, nem consigo dizer o quanto quero isso, só que ainda é uma realidade distante. O que quero muito no momento é estudar fora, não importa o lugar, contanto que a língua seja inglês. Quero poder vivenciar coisas novas e sair dessa bosta de zona de conforto.

E o grande problema é esse, a zona de conforto. Uns querendo loucamente sair dela e outros (meu marido) totalmente conformados e confortáveis com ela, sem querer sair de jeito nenhum. Claro, já gerou umas briguinhas por conta disso, e também umas mais sérias. Eu não quero desistir no meu sonho e nem do meu amor. Eu quero poder exercer uma profissão, ele já tem uma e pode fazer isso em qualquer lugar. Tá difícil saber de quem é o egoísmo. 

Não quero falar disso, quero falar do meu maior sonho.

Estudar fora, é o que eu quero. É o que muitos querem. Não é fácil. O que fazer? Como começar? Onde eu quero chegar? Estou fazendo o necessário?

1- Melhorar o idioma
Já sei que o inglês é o idioma que pretendo falar futuramente. Já tenho familiaridade com a língua e não é de hoje. Não estou fazendo o necessário, tenho plena consciência disso. Preciso estudar, praticar, mas não tenho tempo. Eu sei que posso fazer isso em qualquer lugar, mas meu trabalho não me permite nem pensar, já que é muito movimentado, quando chego assisto as aulas da faculdade e depois durmo, acordando quase na hora de trabalhar de novo.

Planejamento é a palavra, disciplina é o que preciso. Não posso parar, pois terei que passar em provas que não faço a mínima ideia de como funcionam.

2- Expectativas sobre meu curso no exterior
Não é nenhum segredo que o Brasil é repleto de problemas sociais, e sabemos que há em todos os lugares, mas o nosso é "sempre" o pior. Acho que aprender Serviço Social de um lugar diferente pode ser mais do que válido. Eu vou poder comparar, estudar o que estamos fazendo certo e/ou errado. 

Eu espero poder aprender com meu cotidiano e poder aplicar minhas observações e conhecimento quando (se?) eu voltar pro Brasil.


3- Escolher onde quer estudar
Tantos lugares, tantas universidades. Todas as minhas referências estão neste e neste link, para que eu possa ler quantas vezes puder e finalmente escolher.

Inglaterra: Já estou sonhando com a Lancaster University, mas tenho opções e elas estão aqui.

Pode ser que surjam bolsas para outros lugares com cursos em inglês, como Alemanha, Irlanda, Holanda. Eu quero ter uma experiência diferente e boa, proveitosa, e sei que terei em qualquer um desses lugares.

4- Entenda como funciona o processo de admissão
Esse ficará para um próximo post, pois acho que não é pouca coisa.

5- Faça uma autoanálise e crie um plano de preparação
Outro ponto que ficará para a próxima por ser um tanto complicado. Uma pequena introdução é, quando você começa a se conhecer, acaba descobrindo o que quer fazer futuramente. Já estou cheia de ideias.

Esclareci muitas coisas para mim hoje, e espero que ajude alguém um dia. Uma dica é pesquisar na sua futura língua, as coisas aparecem mais facilmente e ao mesmo tempo estará estudando.

Filho seu ou meu? It doesn't matter.

15 de setembro de 2015 Nenhum comentário
Desde cedo sempre falei em adotar, minha boca era isso: ah, quero adotar, não quero sentir dor, é melhor salvar uma criança do que colocar mais uma nesse mundo terrível. Isso quando eu tinha uns 14 anos, talvez menos. Minha visão sempre foi essa e até hoje ainda tenho essa mentalidade, apesar de um pouco distorcida.

Quando mais nova eu não pensava em casar, pensava em viajar, fazer intercâmbios, me formar, conhecer lugares, pessoas e culturas novas. A medida que fosse vivendo e aprendendo, poder me estabilizar em algum lugar do mundo e ter minha família totalmente independente e ser feliz.

Casar cedo? Meu Deus, era totalmente contra. Dava risada das meninas que casavam cedo demais, as chamava de loucas. Adivinhem com quantos anos casei? Aos 19. Minhas amigas ficaram bobas rs.

Voltando ao que realmente quero falar. Casar influiu muito para minha distorção de pensamento. Agora vejo bebês e quero ter um pra mim, um meu <3. É tão estranho desejar ter meu mini Lucas ou mini Isabelle e ao mesmo tempo ter tanto medo de tê-lo. Medo da dor, principalmente.

E ao mesmo tempo que sei que irei amar incondicionalmente um filho saído de mim, sei que irei amar incondicionalmente um filho saído de outra pessoa, mas que por algum motivo não pôde lhe pertencer. É tão estranho saber disso.

Quando vi a foto do garotinho refugiado que morreu afogado eu comecei a soluçar, em silêncio, sozinha. Aquilo me doeu tanto no peito, na alma, que eu desejei poder criar pelo menos uma dessas crianças que estão em perigo, com fome, sem casa e alguns provavelmente sem família.

Comecei a pesquisar "como adotar um refugiado" e nada. Não é possível e adivinhem por que? Religião. Pesquisei em como ajudá-los e se fosse solteira podem ter certeza que eu iria me voluntariar à algo. 

Queria poder adotar uma criança que, provavelmente não tenha expectativa de vida, que não saiba o que é felicidade. Quero poder dar alegria e muito amor a ele/a e fazer com que ele/a encontre sentido na vida. Quero ser uma boa mãe.

Ou pelo menos a metade dA melhor do mundo.

Amor, vamos viajar? Não, acho desnecessário! :(

9 de setembro de 2015 Nenhum comentário
Eu comecei a trabalhar onde trabalho por ter ganhado em um sorteio. Sorte dupla, hã. Ganhei um emprego, o que estava precisando muito, e ganhei uma diária em um hotel com acompanhante, o que também estava precisando muito.

Na verdade, eu estava em uma vibe terrível porque queria muito sair de casa, ir para uma praia, me divertir. Ficar apenas em casa cansa. E meu marido não gosta de viajar, bem o contrário de mim. Então quando recebi a ligação do meu atual chefe falando "Isabelle, é de tal canto e estou ligando pra dizer que você ganhou uma diária" eu fiquei tipo, "OQ? FALA SÉRIO? MENTIRA? NÃO ACREDITO". Era o empurrão que meu amor precisava naquele momento e a sorte mais linda do mundo de ganhar.

Então nós fomos, em uma segunda feira de Julho, bem perto do meu aniversário até, que seria na segunda seguinte. Fomos de ônibus mesmo, olhando rota na internet e perguntando aos amigos. E eu não tenho palavras.

Foi a primeira vez que saímos juntos para dormir em outro lugar. No começo ele ficou com medo de "deixar a casa só", mas depois...


Eu amei, óbvio. O mais legal de tudo é que ele também amou e quer voltar. 

Eu gostei de ter apresentado o lado bom de uma viagem pra ele e tê-lo feito gostar a ponto de querer fazer mais vezes. A minha intenção é que ele queira viajar para outros lugares também, e futuramente viagens internacionais <3 mas vou começar aos poucos.

Já estamos planejando voltar no mesmo hotel em dezembro, e dessa vez ficar por dois dias. Minha cabeça mirabolante não quer parar por aí (e nem vai).

Espero que esse texto te motive e não te deixe desistir de nada.

Peixe fresco

2 de setembro de 2015 Nenhum comentário
O tema de hoje é um texto de uma das minhas aulas da faculdade. Texto inspirador, motivacional, que te faz refletir e ter vontade de agir. 

PEIXE FRESCO

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão  não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. 

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. 
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como "sardinhas". 
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. 
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores Japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. 

Como os japoneses resolveram este problema? 
Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? 
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? 

Antes da resposta, leia o que vem abaixo ATÉ O FINAL: 

Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. 

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: 

"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". 

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. 

Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. 


Você se diverte. 

Você fica vivo! 

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno Tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques. 

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. 

Se seus desafios são muito grandes e numerosos,  não desista,  se reorganize! 

Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. 

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. 

Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da Humanidade. 

Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. 

Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença. 

"Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar" 

Escrivaninha

1 de setembro de 2015 Nenhum comentário
Ninguém gosta de estudar no sofá né? Você fica torto, se meche muito, quer levantar, ligar a TV. Não dá! Na cama piorou, dá logo sono e acabou estudo. Mesa da cozinha até que pode ser, mas não se compara a ter um espaço só seu, com objetos personalizados, um cantinho especial, sua cara. Na minha humilde opinião, ter esse local faz com que o aluno fique focado, pois ele sabe que quando sentar ali será para fazer tal atividade.

Além do mais, ter um espaço reservado a si te deixa mais relaxado, sem perturbações que certamente ocorreriam na sala, na cozinha e com certeza no quarto. Ah, e eu nem vou falar na decoração que você pode fazer ...  *-*

No caso, a minha decoração teria quadros com todos os personagens de Hora de Aventura e Irmão do Jorel porque sou dessas. Alô Princesa Caroço <3
Atualmente estou estudando na cozinha. Zona de perigo. Fome que as vezes nem é fome, bate, e já era. Lá estou eu, abrindo a geladeira, olhando o que tem nela, pego a garrafa de água, bebo um pouco e logo depois volto para a mesa mais sem graça que existe com animação zero. Desmotiva?

A história que rola aqui em casa é que em breve terei minha tão sonhada escrivaninha, entretanto, ela será dividida com meu amor (porque nem tudo são flores queridos) e com a sua futura empresa a qual eu serei futura secretária e muitos outros cargos se Deus quiser.

Por que eu quero tanto essa bendita a ponto de escrever sobre? Porque eu faço faculdade à distância e preciso muito de um local de concentração. Exemplo, agora eu poderia estar estudando, em plena 1:33 da manhã, mas estou no sofá, sofá não me deixa com clima de estudar, então vou escrever (: 

Alguém se sente mais concentrado em um local de estudos? Ou consegue se concentrar até no chão? O que você quer muito ter?
 
Desenvolvido por Michelly Melo.